
A desparasitação interna é uma rotina importante no plano de medicina preventiva, já que estes constituem um risco para a saúde dos animais, mas também para a das pessoas que com eles contactam. Saiba tudo sobre o assunto neste artigo.

A desparasitação interna é uma rotina importante no plano de medicina preventiva, já que estes constituem um risco para a saúde dos animais, mas também para a das pessoas que com eles contactam. Saiba tudo sobre o assunto neste artigo.
Embora alguns parasitas internos causem sintomas óbvios, como vómitos, nem todos o fazem. Por isso, certas doenças parasíticas só se tornam evidentes quando se verificam danos consideráveis. Felizmente, a maioria das infestações de parasitas internos é evitável através de um desparasitante.

A maioria dos donos de cães estão familiarizados com as perturbações comportamentais mais comuns, no entanto parecem ignorar a origem de tais comportamentos, lidando com cada constrangimento de forma arbitrária. Ladrar, morder, roer e muitos outros actos caninos são muitas vezes mal interpretados, incompreendidos ou conduzidos de forma errada.
Um entendimento sólido dos principais problemas comportamentais é o primeiro passo para os solucionar e para os prevenir.

Antes de viajar com o seu cão deve informar-se, junto do seu veterinário, sobre as doenças endémicas na região geográfica ou país de destino, para que possam ser tomadas as medidas preventivas adequadas.
Para viajar para outros países é necessária a emissão de um passaporte com a identificaçâo completa do animal, do seu proprietário e o historial sanitário. Como a legislação é variável de acordo com o país de desino, recomenda-se contactar atempadamente as entidades competentes para obter a lista de requisitos e documentos a apresentar. Em alguns casos é necessário muito tempo e antecedência para conseguir cumprir todas as exigências, já que pode ser necessária a administração prévia de vacinas e a realização de testes Iaboratoriais, tal como a titulação de anticorpos antirrábícos.

A solução para erradicar os problemas mais comuns está em identificar a causa exacta do problema. Antes de resolver os problemas de comportamento que haja, deve tentar analisá-los ao pormenor. Verifique também se não existem factores de risco ou de segurança que possam afectar as suas tentativas de ajudar o seu cão. Resolva sempre os problemas mal os detecte, em vez de permitir que os erros se repitam. Isso é muito importante porque a prática torna o comportamento permanente – quer seja desejado ou indesejado. Parte do processo de resolução de problemas passa por aceitar que, embora algum do comportamento problemático seja natural para o seu cão, este pode ser ilegal, o que é outra razão para agir no imediato. Você é responsável pelo comportamento do seu cão, independentemente de ele ser expectável ou não. Esteja sempre atento ao seu cão; nunca permita que ele cometa um erro que poderia ser prevenido. É melhor prevenir do que reeducar. E se o erro acontecer, lembre-se sempre de que o castigo físico só vai agravar o problema e deve ser evitado.

A vacinação é um dos pilares da medicina preventiva. Esta induz uma resposta imunitária protetora específica frente a um ou mais agentes infeciosos, patogénicos não só para os cães, mas também para o homem. As vacinas mais habituais para os cães protegem contra a raiva, parvovirose, esgana, hepatite infeciosa, leptospirose e «tosse do canil»

Os nossos cachorrinhos ficam em cuidados junto dos progenitores por um periodo nunca inferior a 8 semanas e são entregues nas seguintes condições:
Devidamente vacinados, desparasitados e socializados em função do seu estágio de desenvolvimento;
Microchip implantado em nome do tutor;
Registo no Clube Português de Canicultura (Pedigree);
Fatura;
Oferta de kit puppy.
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